segunda-feira, 16 de abril de 2012

QUEREM MATAR A VIDA! IMPEÇA!

Foto - João Moreno de Souza Filho - Imagem
protegida pela Lei do Direito autoral.

      POR JOÃO MORENO DE SOUZA FILHO 

       
        Em Fevereiro deste ano (2013), o Governo Federal lançou uma cartilha ensinado a fazer o aborto. Direcionada aos profissionais de saúde, a cartilha reforça aqueles que querem liberar o aborto em solo brasileiro.
         Diante disso pergunto: Por que o Governo não lançou uma cartilha contra o aborto, mostrando os males dele para a mulher e para a sociedade?
        A resposta é simples: há, no Brasil, uma luta organizada contra os pilares éticos da vida e da família. Esta luta ganhou  mais força a partir   12 de abril de 2012, quando o STF  autorizou  o aborto de crianças anencéfalas. Esta decisão poderá ser usada, para fortalecer a luta pelo aborto de crianças que tenham alguma má formação. Em também, em defesa do aborto está a proposta, para o novo Código Civil, que visa permitir a  interrupção da gravidez até 12 semanas (03 meses) de gestação, caso um médico ou um psicólogo avalie que a mãe não tem condições ‘para arcar com a maternidade’, ou seja, se uma jovem de 16 anos engravidar e um psicólogo disser que ela não pode ser mãe, ela estará autorizada a abortar. Pensando em combater isso, a Revista O Farol retoma a luta pela vida, luta que começou com o Jornal Sal e Luz em 2005. 

A ORQUESTRAÇÃO PARA MATAR A VIDA

    Desde o início do Governo Lula, o esforço em favor do aborto foi fortalecido com ações do próprio Goveno Federal, do movimento feministas e até de juristas.  Isso, além de ser  pecado, é abominação, é a desvalorização da vida patrocinada com dinheiro público, o que se torna uma vergonha nacional, pois, além da maioria dos brasileiros serem contra o aborto, o assassinato de fetos, no ventre das mães, com o patrocínio do Estado, transforma o Governo, que deveria ser defensor incondicional da vida, no agente primeiro da anulação do direito de viver dos fetos indefesos.

OS INCONSISTENTES ARGUMENTOS EM FAVOR DO ABORTO

NÃO CONDIÇÕES PSICOLÓGICAS PARA A MATERNIDADE

     A revista TPM, n° 41, apresentou os seguintes argumentos, em favor do aborto, de personalidades do meio artístico:
     Cynthia Howlett: “Eu era muito nova, por isso decidi fazer”; Vera Zimmermann: “Não estava preparada...meu namorado não era o cara que eu sonhava para ser o pai de um filho meu.”; Penélope Nova: “Era muito nova e não via sentido em ter um filho naquelas circunstâncias.”
     Percebo nesses argumentos a desvalorização da vida em nome de um ideal pessoal. Teologicamente falando, isso é egocentrismo. O Governo não deve agir e o Congresso Nacional não deve legislar baseando-se nesses argumentos individualistas, egoistas, liberais, mas na sabedoria, no amor à vida.



CONDIÇÕES ECONÔMICAS PRECÁRIAS - Dentre os depoimentos dados à Tpm, o que mais  chocou foi o de Vera Zimmermann, que disse: “prefiro o aborto a colocar uma criança no mundo sem condição de cuidar e educar decentemente.”  Este é o argumento econômico do aborto, pois  usa o dinheiro (ou a falta dele), como critério para deixar o rio da vida seguir seu fluxo natural, ou secá-lo totalmente. Será que a vida só tem valor se houver dinheiro, condições econômicas favoráveis?  Graças a Deus que esse não é o pensamento de milhões de mães que, mesmo sendo pobres, tiveram seus bebês, educaram-nos com dificuldade, e hoje eles são pessoas inseridas socialmente. 

LIBERDADE DA MULHER SOBRE O SEU CORPO – No caminho dos dois argumentos anteriores encontra-se uma das teorias mais crueis em favor do aborto. Ela diz que a mulher tem total liberdade sobre o seu corpo, inclusive, o direito de matar uma vida que ela mesma gerou.  Em refutação, o “movimento das mães” diz que a liberdade existe, mas ela deve ser usada para promover a vida, jamais para obrigar o Estado a liberar o infanticídio.



A EXISTÊNCIA DE MILHÕES DE ABORTO
     Os defensores do aborto dizem, ainda, que ele é uma prática normal entre as mulheres e que milhões de abortos são feitos no Brasil, anualmente, e por isso, deveria haver a legalização dessa prática. . Este argumento é questionável, por diversas razões. Primeiro, porque a maioria das mulheres são contra o aborto, logo, onde estão as milhões de mulheres que abortaram? Segundo, porque os abortos ilegais são consequências de erros dos jovens: relaçionamentos sem compromisso e sem o respeito mútuo; desrespeito aos conselhos dos pais; a auto-desvalorização das próprias mulheres; super valorização dos desejos em detrimento da razão, e, principalmente, resultado da falta de temor (respeito) a Deus. Logo, os abortos revelam a destruição das bases da família, resultam do desprezo,  da parte de muitos filhos,  aos conselhos dos pais. Todo este quadro vai de encontro à vontade de Deus, que quer que os jovens ouçam e honrem seus pais (ver Provérbios: 4:1; 10:1; 13:1). Portanto, a liberação do aborto baseando-se nesses erros, é o mesmo que desprezar a sabedoria e seguir o caminho da loucura.


     Os defensores do aborto, com os argumentos apresentados acima, mostram, claramente,  que objetivam, em primeiro lugar, agradar às mulheres e defender seus desejos liberais. Porém eles não conseguiram, provar que o aborto dignifica a mulher e dignifica à vida. Eles também se esqueceram que  Estado deve agir pautado na verdade, na ética, no amor à vida
       Um outro ponto que os defensores do aborto se esquecem de apresentar à sociedade é que assassinar um feto não resolve os problemas da mulher,  pelo contrário, ele gera mais problemas: sentimento de culpa; impulsos suicidas, pesar/abandono, arrependimento; baixa auto-estima; preocupação com a morte; insônia; desejo de terminar o relacionamento com o parceiro; nervosismo, etc.   Esses males, chamados de síndrome do pós-aborto,  já levam qualquer pessoa de bom senso a ser contra o aborto. Eu disse, contra  aborto, não contra a mulher, pois, elas precisam de apoio psicológico, de pessoas que amam a vida para levá-las a amar o ser que nela está sendo gerado.  Não é sábio oferecer-lhes os hospitais públicos para a prática da eliminação da vida.  

     O PAPEL DO ESTADO – O Estado não deve agir pautado nos argumentos dos liberais, daqueles que querem o mal, dessa maneira o Congresso terminará liberando a bestialidade, o crime de um modo em geral, pois é isso que muitos querem. O Estado deve colocar como ideal de suas ações a verdade, a ética, o amor à vida.


O QUE A IMPRENSA NÃO APRESENTA
     A imprensa, favorável ao aborto, não apresenta que o feto, também, tem direito à vida, que o aborto não vai resolver o problema do estupro (assassinar um feto não resolve os problemas da mulher e não eximirá a mãe da culpa futura). Não deu ênfase aos males do aborto: sentimento de culpa; impulsos suicidas, pesar/abandono, arrependimento; baixa auto-estima; preocupação com a morte; insônia; desejo de terminar o relacionamento com o parceiro; nervosismo, etc. Esses males são destrutivos para a mulher, já o nascimento do bebê traz mais um sorriso ao mundo dos homens.

O QUE DEVERIA SER APRESENTADO À SOCIEDADE

     O Governo deveria apresentar aos brasileiros que o feto, também, tem direito à vida e que o aborto não vai resolver o problema do estupro, e, também os resultados negativos do aborto: sentimento de culpa; impulsos suicidas, pesar/abandono, arrependimento; baixa auto-estima; preocupação com a morte; insônia; desejo de terminar o relacionamento com o parceiro; nervosismo, etc. (fonte: www.portaldafamilia.org ) Esses males já levam qualquer pessoa de bom senso a ser contra o aborto. Eu disse, contra aborto, não contra a mulher, pois, elas precisam de apoio psicológico, de pessoas que amam a vida para levá-las a amar o ser que está sendo gerado. Não é sábio oferecer-lhes os hospitais públicos para a prática da eliminação da vida. Será que o GOVERNO DO PT não tem sábios para elaborar um plano que ofereça ajuda psicológica às mães que querem abortar, para que elas não abortem?

A DECISÃO DO STF, OS OVOS DE TARTARUGAS E A CNBB

    Aliada aos argumentos em favor do aborto, veio a decisão do Supremo Tribunal Federal, do dia 12 de abril de 2012, que liberou o aborto quando o feto sofrer de anencefalia. Um dos argumentos dos ministros do STF que mais me surpreendeu foi o da Ministra Rosa Weber: “Não há interesse em se tutelar uma vida que não vai se desenvolver socialmente. Proteger a mulher, neste caso, é proteger sua liberdade de escolha”. Este argumento mostra, de maneira muito clara, que a ministra não votou de acordo com a Lei brasileira, mas de acordo com sua convicção sobre a liberdade da mulher. Foi um voto subjetivo. Além do mais, quem não tem interesse em tutelar os fetos anecéfalos? Só se for ela. Se este argumento é válido, não há razão de prender por um ano, de acordo com a Lei 9.605/98 (a Lei dos crimes ambientais) quem destrói ovos de tartaruga. Essa pena pode incorrer em quem modifica os ovos de lugar. Por que punir quem faz isso se somente 1% das tartarugas sobreviveram em seu habitat? Mas parece que para a Ministra Rosa Weber, ovos de tartaruga tem mais valor do que a vida humana.

   Diante desse desmando a CNBB lançou, indignada uma nota: "Legalizar o aborto de fetos com anencefalia, erroneamente diagnosticados como mortos cerebrais, é descartar um ser humano frágil e indefeso. A ética que proíbe a eliminação de um ser humano inocente não aceita exceções",diz a nota.

CONSEQUÊNCIAS DA DECISÃO DO STF

     Agora, se o STF autorizou o aborto de anecéfalos, as feministas lutarão para liberar o aborto de fetos que tenham má formação congênita, algum defeito. Será a animalização do ser humano, pois, um animal, a tartaruga, já tem mais valor do que um humano...

O CAMINHO MAIS SÁBIO
     Diante da grandiosidade da vida, o caminho mis sábio para o governo seria investir dinheiro público para valorizar a vida, para conscientizar as jovens dos males do aborto, para levar os jovens a terem mais compromisso em seus relacionamentos. Mas não é isso que tem acontecido. O que houve, nos últimos 08 anos, foi uma defesa veemente em favor do aborto. Se não fossem os Deputados evangélicos e católicos, o aborto já estaria sendo praticado, em larga escala, nos hospitais públicos. Faço, aqui, três perguntas: Por que este governo se recusa a mostrar os males do aborto e a lutar, duramente, contra ele? A quem o governo quer agradar? Quais são os pilares éticos deste governo?





O ABORTO ANULA A HISTÓRIA

     Há quem concorde com o aborto em caso de estupro. Porém, extirpar algo da mulher não resolverá o problema do estupro. É violência em cima de violência. Além do mais, o aborto anula a história. Por isso certa mulher, nos EUA, que tinha sido estuprada, resolveu ter o filho, e então, o deu para adoção. Hoje, essa criança, que escapou do aborto é um missionário. Infelizmente milhões de fetos não tiveram essa mesma sorte. Por isso, somente a eternidade nos revelará quantos milhões de médicos, engenheiros, pastores, professores, etc. foram impedidos de nascer, e tudo isso porque suas mães disseram: “QUEM MANDA NO MEU CORPO SOU EU”



  A  REAÇÃO DAS  MULHERES CONTRA O ABORTO

   O movimento feminista representa as mulheres brasileiras? De acordo com Renata Gusson, não. Em audiência na Subcomissão Permanente em Defesa da Mulher, no dia 08 de março passado, no Senado Federal, ela acusou o movimento feministas e as Senadoras favoráveis ao aborto de representarem interesses de grandes fundações internacionais que querem a liberação do aborto no Brasil, as fundações Ford, Rockefeller, McArthur. Para Gusson, o movimento feminista é instrumentalizado, por essas fundações, para agir contra a mulher. Gusson foi educada, porém firme ao dizer às Senadoras: “as senhoras não representam a mulher brasileira... Mas os interesses das fundações internacionais...” Para Gusson, se o aborto for liberado, 50% das mortes serão de mulheres, logo, as abortistas não tem amor pelas mulherese, e concluiu dizendo: “Gostaria que as senhoras representassem as mulheres brasileiras”, referindi-se à grande maioria das mulheres que é contra o aborto.
                No vídeo da audiência, que pode ser visto no link
http://www.portaldafamilia.org/videos/vidasenado.shtml

 pode-se ouvir o aplauso das mulheres à Renata Gusson e o silêncio, quase audível das dirigentes da reunião. 

NADA SE COMPARA À VIDA

     O aborto não só acaba com uma vida humana, mas, também anula com uma mãe. Por outro lado, o nascimento de um criança, independente das circunstâncias, sublima a vida. A Bíblia diz: “Da boca das criancinhas tiraste perfeito louvor.” (Mt.21:16) E onde encontramos o louvor de uma criança? No seu sorriso, no seu choro, em seu olhar, nos seus instintos, no coração que palpita em seu peito, no ar que ela respira, na luta desesperada para engatinhar... Tudo isso expressa a perfeição de Deus. Por isso, nada se compara à vida. Essa verdade levou o salmista a proclamar: “entreteceste-me no ventre da minha mãe...Eu te louvo porque de um modo terrível e maravilhoso fui formado.” (Sl.139:13,14).

A GRANDIOSIDADE DA VIDA

     Devemos lutar contra o aborto por causa da grandiosidade da vida. O milagre da vida é inexplicável, racionalmente. Isso é visto nos questionamentos: Como o esperma é gerado? Quem dá ordem ao corpo da mulher para que ele produza, mensalmente, o óvulo? Quem disse aos espermatozóides que eles deveriam correr? Quem lhes ensinou o caminho a percorrer? Por que eles não andam para traz? Com que poder o óvulo se fecha quando ele é fecundado pelo primeiro espermatozóide? A resposta a essas perguntas se encontra em Salmos 139:6 ¬“Tal conhecimento é maravilhoso demais para mim; elevado demais para que possa atingir.”

     VAMOS PROIBIR DE UMA VEZ POR TODAS O ABORTO, pois no aborto não se elimina somente o feto, mas, também, as características de um ser humano em potencial e é lei divina que todo o feto tenha direito ao nascimento.


     Gostaria de ler nos jornais os seguintes títulos: GOVERNO LUTA PARA DEFENDER A VIDA; PSICÓLOGOS DO GOVERNO DARÃO APOIO A QUEM QUER ABORTAR E AS INCENTIVARÃO A TEREM SEUS BEBÊS; HOSPITAIS PÚBLICOS SÓ SERÃO UTILIZADOS EM FAVOR DA VIDA, DIZ GOVERNO. Isso é um sonho, mas vale a pena sonhar!

Prof. João Moreno de Souza Filho.
Pastor, Psicopedagogo, Jornalista, Teólogo.

 Artigo protegido por direito autoral., pertencente à REVISTA O FAROL.  Plágio, cópia sem o crédito, ´crime, anti-ético, imoral.

Um comentário:

verdadespedagógicas disse...

Profº João Moreno,
Parabéns pelas postagens, espero que cada leitor seja tocado para lutar a favor da vida e sempre contra o aborto. para que possamos viver num mundo mais justo e consciente.

QUERO COMPRAR O LIVRO DECIFRANDO OS CÓDIGOS DO MAL

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